Relatório de intervenção com fotografias antes e depois: porquê e como
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Por Equipa Feliorbe
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Um relatório de intervenção com fotografias antes e depois mostra ao cliente o estado em que o técnico encontrou o local e o trabalho feito. Protege a empresa em caso de reclamação e acelera a faturação. Para funcionar, as fotografias têm de ser tiradas sempre, no momento, e ficar ligadas à intervenção — não na galeria do telemóvel do técnico.
O que é um relatório de intervenção?
É o registo do que o técnico fez numa visita: onde, quando, quem, o que encontrou, o que fez e o que ficou por fazer. Também se chama folha de obra ou ordem de trabalho fechada. Com fotografias antes e depois, passa a ser também uma prova visual do trabalho.
Porquê fotografar antes e depois?
Porque as fotografias respondem às perguntas que o cliente faz quando não esteve presente.
- Prova do serviço feito. O cliente vê o resultado, mesmo que esteja fora — numa casa de férias, num condomínio, num escritório fechado.
- Proteção em caso de reclamação. A fotografia «antes» mostra o estado em que o técnico encontrou o local; um dano anterior não passa a ser culpa da empresa.
- Menos idas e voltas. O escritório percebe o que foi feito sem telefonar ao técnico, e pode faturar logo.
- Histórico. Na visita seguinte, o técnico vê como estava o local da última vez.
O que deve conter o relatório?
Um bom relatório de intervenção é curto e completo:
- cliente e morada da intervenção;
- data e hora, e técnico responsável;
- passos executados (de preferência seguindo um protocolo, para que nada fique esquecido);
- fotografias antes e depois;
- observações e trabalho que ficou por fazer;
- material utilizado, se for faturado à parte.
Como garantir que as fotografias são sempre tiradas?
Tornando-as obrigatórias para fechar a intervenção. Se as fotografias forem opcionais, ficam por tirar nos dias mais apressados — precisamente aqueles em que mais fazem falta.
Algumas regras simples:
- tirar as fotografias com a aplicação de trabalho, não com a câmara pessoal, para que fiquem ligadas à intervenção e não na galeria do técnico;
- fotografar sempre o mesmo enquadramento antes e depois;
- prever uma exceção para os casos em que não é possível fotografar, mas exigir um motivo escrito.
Que cuidados ter com o RGPD nas fotografias?
Uma fotografia em que se reconhece uma pessoa, uma matrícula ou um documento é um dado pessoal, protegido pelo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (Regulamento (UE) 2016/679), executado em Portugal pela Lei n.º 58/2019.
O RGPD exige que os dados sejam limitados ao necessário para a finalidade (princípio da minimização dos dados). Na prática:
- fotografe o trabalho, não as pessoas;
- evite enquadrar documentos, ecrãs ou objetos pessoais do cliente;
- guarde as fotografias num sistema com acesso controlado, e não em telemóveis pessoais ou grupos de mensagens;
- informe o cliente de que a intervenção é documentada com fotografias.
Como fazer na Feliorbe?
Na Feliorbe, cada intervenção segue um protocolo de execução passo a passo e só fecha com fotografias antes e depois obrigatórias — salvo exceção justificada com um motivo. O técnico tira as fotografias na aplicação web instalada no telemóvel e o relatório fica na ficha do cliente.
Com o portal do cliente, o cliente consulta as intervenções e a galeria antes e depois, em português, inglês ou francês.
Fontes
Perguntas frequentes
Como provar ao cliente que o serviço foi feito?
Com um relatório de intervenção que inclui fotografias antes e depois, tiradas no local e associadas à intervenção, com a data e o técnico. Na Feliorbe, a intervenção só fecha com essas fotografias, salvo exceção justificada com um motivo.
Posso fotografar pessoas durante uma intervenção?
As fotografias devem mostrar o trabalho, não as pessoas. Uma imagem em que se reconhece uma pessoa é um dado pessoal: recolha apenas o necessário para a finalidade da intervenção.